domingo, 15 de fevereiro de 2026

Lugares Mal assombrados: A casa mal assombrada em Curitiba

O texto abaixo foi extraído do site paranahistorica.com, os acontecimentos citados teriam ocorrido na capital paranaense, ou seja, cidade de Curitiba, no ano de 1974.
 

Uma casa mal-assombrada ganhou as manchetes dos jornais de Curitiba por, supostamente, estar recebendo pedras em suas vidraças. Situada Rua Professor Nivaldo Braga, nº 1.366, no Capão da Imbuia, zona leste da capital paranaense, a residência teria recebido estas pedradas por três noites seguidas, segundo o Diário do Paraná. 

Não há explicação razoável para este caso. O cerco ao imóvel em busca da origem das pedras reuniu unidades da empresa de operações Especiais e da Radiopatrulha, ambas da Polícia Militar do Paraná, além de investigadores da Polícia Civil.

Inicialmente, segundo o jornal, eles raciocinaram que fosse obra de um atirador de elite disfarçado entre as árvores do Instituto de Defesa do Patrimônio Natural (hoje museu de História Natural Capão da Imbuia), localizado em frente ao imóvel. Mas, a polícia supostamente "verificou a área centímetro por centímetro", usando lanternas poderosas e até mesmo holofotes, e não encontrou nada.

A matéria de 5 de janeiro de 1974 que desvendava o mistério da casa mal-assombrada de Curitiba também dizia que os mais velhos da região, como "fios do rosário", não tinham dúvidas: o caso seria mesmo mal-assombrado.

Mas o dono da residência, Ildefonso Till, não concordava com a tese de um fenômeno sobrenatural. O homem casado com Irene de Oliveira Till, alegou que foi vítima de vingança por crianças do bairro. “Contam [os moradores] que há mais de duas semanas pediram que a polícia prendesse uma menor, empregada da casa, que vinha praticando atos indecorosos com uma turma de jovens do bairro”, escreveu o repórter.

Fontes: https://www.paranahistorica.com.br


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Desaparecimentos Inexplicáveis: O desaparecimentos de Elisa Lam

Ao contrário de muitos desaparecimentos Inexplicáveis citados aqui, neste a pessoa reapareceu, mas de forma trágica!


FOTO: BBC.COM

 A história da Canadense Elisa Lam é um dos casos de desaparecimento e morte mais misteriosos e perturbadores dos últimos tempos, ocorrido em 2013 no infame Cecil Hotel, em Los Angeles. O caso ganhou notoriedade mundial, especialmente após a divulgação de um vídeo de segurança enigmático. 

O Desaparecimento

Elisa Lam, uma estudante canadense de 21 anos, estava viajando sozinha pelos Estados Unidos e hospedou-se no Cecil Hotel, um local conhecido por sua história sombria, com diversos crimes e suicídios. Ela desapareceu em 31 de janeiro de 2013, e a polícia de Los Angeles iniciou uma investigação, divulgando, dias depois, imagens de câmeras de segurança do elevador do hotel, as últimas a capturá-la viva. 

O Vídeo do Elevador
O vídeo viral mostra Elisa agindo de forma extremamente estranha: ela entra e sai do elevador, aperta vários botões, parece estar se escondendo de alguém ou fugindo, e faz gestos bizarros com as mãos. O elevador, por sua vez, não funciona corretamente enquanto ela está dentro. Esse comportamento errático alimentou inúmeras teorias na internet sobre possessão, uso de drogas ou perseguição. 
A Descoberta do Corpo
Semanas depois, hóspedes do hotel começaram a reclamar de problemas na pressão da água e um gosto ou cheiro estranho. Após verificações, o corpo de Elisa Lam foi encontrado nu dentro de uma das grandes caixas d'água no telhado do hotel, um local de acesso restrito e difícil, que exigia subir uma escada e abrir uma tampa pesada. 
O Mistério e as Teorias
A causa exata e as circunstâncias da morte de Elisa permanecem um mistério e geraram diversas teorias:
Problemas de Saúde Mental: Uma das explicações mais plausíveis é que Elisa, que sofria de transtorno bipolar, teve um episódio psicótico, o que explicaria seu comportamento no elevador e sua eventual queda acidental na caixa d'água.
Influência Externa: Outras teorias, menos prováveis, sugerem que ela estava sendo perseguida, drogada (talvez com LSD) ou que o local, dado o passado do hotel, teria influências sobrenaturais.
Assassinato: 
A dificuldade de acesso ao telhado e à caixa d'água fez com que muitos especulassem a participação de uma terceira pessoa, embora a autópsia não tenha encontrado sinais de agressão física. Apesar da intensa especulação pública e da investigação policial, o caso nunca foi totalmente resolvido de forma a satisfazer a curiosidade geral, sendo oficialmente concluído como um afogamento acidental, com o transtorno bipolar como um fator significativo. 
O caso foi tema da aclamada série documental da Netflix "Cena do Crime – Mistério e Morte no Hotel Cecil". 
Muitas pessoas associam o caso como possível possessão. 
Video do Canal Fatos Desconhecido do YouTube, que fala sobre o caso.