quarta-feira, 27 de outubro de 2021

Florestas mal assombradas - Floresta Rothiemurchus, Escócia

 


A Escócia é um país incrível, de natureza deslumbrante e com muitas florestas. Porém, mesmo com a beleza, algumas paisagens escocesas parecem ser meio assombradas e sinistras. Talvez isso tenha a ver com o clima de lá, que é sempre meio chuvoso, nebuloso e com muito vento.

Mas a luz que incide sobre elas (ainda mais quando vinda da Lua) é o que tem papel fundamental nesse caso. As sombras escuras e cinzentas misturadas pelas tonalidades de marrons e verdes das florestas causam uma sensação macabra de isolamento nas noites negras dos longos invernos escoceses.

Como se não bastasse, a floresta de Rothiemurchus abriga o túmulo de um chefe do Clã Shaw de Tordarroch. Diz a lenda que o fantasma desse homem aparece por lá e tem quase dois metros de altura, desafiando os visitantes para a batalha. Dizem ainda que se os confrontados demonstrarem medo, eles nunca são vistos novamente. Por outro lado, se eles aceitam o desafio, nada acontece com eles.

FONTE:megacurioso.com.br

sábado, 18 de setembro de 2021

Desaparecimentos Inexplicáveis - Maura Murray

 Maura Murray tinha 21 anos quando perdeu o controle do seu carro e bateu em um banco de neve, em fevereiro de 2004. Outro motorista parou e perguntou se ela precisava de ajuda, mas ela disse que não, que já havia chamado a ambulância. O motorista foi embora, mas decidiu ligar para a polícia de qualquer maneira.

Dez minutos depois, quando a polícia chegou, o carro estava trancado e Murray havia desaparecido. Não havia pegadas na neve, os cães farejadores não foram capazes de sentir o cheiro da jovem e um helicóptero equipado com uma câmera de calor não encontrou nada.

Detalhes estranhos começaram a aparecer. Murray, uma estudante de enfermagem exemplar, tinha sacado US$ 280 de sua conta e enviado um e-mail para seu professor dizendo que teria que faltar à aula porque uma pessoa de sua família havia morrido (ninguém havia morrido). Seus cartões de crédito e seu telefone, assim como um mapa rodoviário de Vermont (EUA) e uma caixa de vinho, foram encontrados na parte de trás do carro, com o vinho tinto derramado do lado de fora. De volta ao dormitório em Murray vivia, seus pertences foram encontrados embalados em caixas.

No entanto, apesar das pistas, os detetives fizeram pouco progresso e não houve mais notícias confiáveis sobre Maura Murray desde a noite em que ela desapareceu.

FONTE: buzzfeed

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

OVNI em jogo do Vasco x Operário

 Na noite de sábado, 6 de março de 1982, o Operário, cinco anos após ser semifinalista do Campeonato Brasileiro, vencia o badalado Vasco, de Roberto Dinamite e companhia, por 2 a 0, com direito a dois gols de Jones, pela abertura da segunda fase da Taça de Ouro, nome pelo qual era chamado o Brasileirão naquela época. Porém, o que mais ficou registrado na memória dos torcedores sul-matogrossenses foi a visão de um estranho objeto cilíndrico que cruzou os céus do estádio Morenão exalando luzes, contudo sem nenhuma emissão de ruído.

Um dos personagens daquela peleja foi o lateral-direito Cocada, eternamente lembrado com muito carinho pela torcida cruzmaltina por ter sido o herói do título carioca de 1988 em cima do Flamengo. Na ocasião, atuando pelo time da casa, participou dos dois gols e ainda foi uma das testemunhas do tal objeto. O árbitro José de Assis Aragão também presenciou o ocorrido, mas não chegou a parar a partida. Já o lateral-direito Pedrinho disse não ter visto nada por estar totalmente concentrado no jogo.

De acordo com o ufólogo Ademar José Gevaerd, um dos mais renomados do país e criador e editor da Revista UFO, não foi feita nenhuma filmagem do ocorrido, uma vez que os cinegrafistas da TV Globo, que transmitiu a partida ao vivo com direito à narração de Galvão Bueno, não tiveram tempo de virar os pesados equipamentos para o céu. Afinal, eram os anos 80. O acontecimento inclusive serviu de inspiração e estímulo para que o jovem Gevaerd, então um mero professor de química, passasse a dedicar a sua vida inteiramente à ufologia.



Fonte: diariodorio

terça-feira, 20 de julho de 2021

Vídeo - Luz misterioza em treino da Seleção Brasileira Feminina

 Durante um treino preparatório da seleção brasileira feminina para os Jogos Olímpicos 2021, que acontecia em lugar afastado, isso porque a comissão técnica não queria ser filmada, sendo uma espécie de treino secreto (prática comum dentro do futebol).

Algo curioso acontece ao lado do  campo em um cemitério local, quando uma estranha luz surpreende jogadoras e comissão  técnica.

Confira no vídeo abaixo:


Clique abaixo e confira também:

Vídeo - Segurança filma acontecimentos sobrenaturais no estádio do Huracan da Argentina

Lugares mal assombrados - Estádio do Jacareí

Lugares mal assombrados - La Bombonera Estádio do Boca Juniors

segunda-feira, 12 de julho de 2021

O emocionante depoimento de Osmar de Oliveira envolvendo Chico Xavier

 

Doutor Osmar de Oliveira 20/06/1943 - 11/07/2014

Miriam Portela entrevistou o jornalista Osmar de Oliveira para o jornal Folha Espírita. Ele foi testemunha de um dos mais lindos casos de desdobramento ou de experiência fora do corpo de Chico Xavier. Eis a íntegra da matéria:

“O Boeing da Transbrasil estava lotado. O voo Recife/São Paulo, logo depois do almoço, pela Transbrasil, havia surgido como a única alternativa. Naquele dia — 2 de maio de 1985 — o jornalista e médico, Osmar Pereira Soares de Oliveira, devia voltar, de qualquer jeito, para São Paulo, mesmo sem transmitir a partida de futebol em Recife. Um motivo muito forte o obrigava a partir. Seu irmão, Edson Pereira Soares de Oliveira, de 39 anos, casado, pai de três filhos, comerciante, tinha morrido. Foi brutalmente assassinado, por volta de 23 horas, quando chegava do seu escritório, no bairro de Pompeia, na capital paulista.

Osmar de Oliveira lembra com detalhes daquele dia: Eu estava a serviço em Recife, onde deveria transmitir uma partida de futebol. O dia 1° de maio, Dia do Trabalho, foi feriado. Dia 2, pela manhã, minha mulher Elizabeth telefona avisando-me que meu irmão tinha sido assassinado na noite anterior e eu deveria voltar imediatamente para o velório.

Com algum esforço, consegui lugar no voo Recife/Salvador/São Paulo da Transbrasil. Sentei-me no último banco do avião. Num momento como aquele eu não gostaria de ser reconhecido, nem de conversar com ninguém. Sentei-me na cadeira que dá para o corredor e abaixei a cabeça, cobrindo a testa com a mão. Durante todo o trajeto eu tentava entender o que tinha ocorrido. Pensava no que diria a meus pais. Que explicações razoáveis eu poderia lhes dar? Eu estava angustiado, mas não conseguia chorar.

No trecho entre Salvador e São Paulo (o avião continuava lotado) alguém fica de pé ao lado da minha poltrona e se dirige ao passageiro sentado ao meu lado, que ocupava a poltrona do meio:

— Deixa eu sentar aí!

Eu estranhei. O avião estava cheio, porque aquele homem estava querendo sentar-se logo ao meu lado? A princípio pensei que fosse alguém que tivesse me reconhecido. Continuei de cabeça baixa, com o rosto coberto. Continuava sem a mínima vontade de conversar, com quem quer que fosse. Afastei a minha perna para que o passageiro ao meu lado saísse e novamente tive que me mexer para que o outro se acomodasse. Olhei-o rapidamente, estranhando a sua atitude.

Senti que haviam tocado no meu braço e olhei para o novo companheiro de viagem. Neste momento ele me disse: — Agora você me reconheceu. Sim, eu concordei, era ele mesmo, Chico Xavier. Usava um terno verde-escuro e estava sem gravata. No rosto abatido, usava um tradicional óculos escuros. Então, ele me perguntou: — Como era ele? Não sei porquê, deduzia que ele se referia ao meu irmão e passei a descrevê-lo fisicamente. Contei-lhe como era o meu irmão morto. Chico Xavier abaixou a mesinha do avião, pegou um pedaço de papel, talvez fosse um guardanapo, e começou a rabiscar. Ele colocou a mão sobre os olhos e rabiscava rapidamente, formas confusas. Depois de alguns segundos, segurou com força o meu braço e sussurrou:

— Ele teve que ir mesmo. Deus o levou. Os próximos meses de sua vida seriam horríveis. Deus o poupou desse sofrimento futuro. Não se preocupe, seu irmão está bem.

E continuou:

— Depois de passados dois, não, alguns meses, me procure que eu vou lhe dizer como ele está. Você sabe onde eu moro? Eu tenho muita coisa para falar sobre ele.

Ele se levantou muito lentamente, sem se despedir. Deixei-o passar e ele se dirigiu para a frente do avião. A última imagem que eu guardo dele caminhando pelo corredor em direção à frente do avião. Não o vi mais. Voltei a baixar a cabeça e cobrir o rosto com a mão.

Quando o avião aterrissou, Osmar de Oliveira tentou rever o passageiro que, durante uns três ou quatro minutos, esteve sentado ao seu lado, e que ele reconheceu ser Chico Xavier. Osmar conta que foi o primeiro a descer do avião, pela porta dos fundos. E começou a olhar todos os passageiros que desciam do avião, dando mais atenção àqueles que desembarcavam pela porta dianteira. Afinal, Chico Xavier tinha ido para a frente do avião. Encheu-se o primeiro ônibus e o segundo também. Osmar permanecia na pista, aguardando. Quando desceram todos os que estavam a bordo, Osmar ainda raciocinou. Ele deve ter algum esquema especial. Provavelmente irá desembarcar com a ajuda de um comissário e seguirá de Kombi da companhia. Para sua surpresa, isso também não aconteceu.

Chico Xavier não desembarcou do avião.

O jornalista Osmar de Oliveira confessa que se sentiu confortado após a conversa com Chico Xavier. A consciência de que encontraria sua família arrasada com o assassinato do irmão e da sua imensa responsabilidade, já não o assustava. Ele se sentia forte e com coragem para enfrentar a realidade, apesar da dor que sentia, Osmar desistiu de procurar por Chico. Sua família o aguardava ansiosa, no velório do irmão.”

“Chico Xavier – Meus pedaços do espelho” de Marlene Nobre

FONTE: kardecriopreto

domingo, 20 de junho de 2021

Avó flagra ser sombrio ao lado da cama de sua neta

 Depois de ouvir a neta de 2 anos dizendo para alguém "ir embora" no meio da noite, a avó, Tory McKenzie, 41, instalou uma câmera no quarto da menina. Só não esperava capturar uma imagem que a deixaria apavorada.

                                        Criatura é flagrada ao lado da cama das crianças (Foto: Reprodução/Daily Mail)

Uma avó apavorada flagrou a imagem do que parece ser uma criatura em pé, ao lado da cama de sua neta, no meio da noite. Segundo o Daily Mail, Tory McKenzie, 41, de Nevada, nos Estados Unidos, contou que decidiu instalar a câmera ativada por movimento após saber que a neta, Amber, 2 anos, teria conversado com algo invisível no meio da noite. Quatro dias depois, ao checar as imagens, ela se deparou com a imagem bizarra. No mesmo quarto, também dorme o irmão da menina, que tem apenas sete meses. 

Agora, ela disse que teme pela vida de seus netos. A avó admitiu ainda que, ao tentar livrar a casa dos netos da "presença do mal" queimando óleos, armários e cortinas abriram e fecharam e a música começou a tocar sozinha. Tory compartilhou a história em um grupo de paranormalidade no Facebook, pedindo conselhos. No entanto, muitos orientaram pela venda da casa, outros afirmaram que parece ser uma criatura demoníaca. Alguns ainda sugeriram que a foto seja montagem, mas ela revidou dizendo que só quer proteger sua família e não tem habilidades suficientes para alterar a imagem. "Foi tão chocante quando eu vi. A primeira coisa que vi foram chifres em sua cabeça, então você imediatamente pensa que é o diabo ou um demônio. Antes, chegamos a filmar vultos e pensamos que era um membro da família cuidando das crianças, mas aquela foto, não tenho ideia. É assustador", disse.

                                           Antes, vultos foram flagrados pela câmera (Foto: Reprodução/Daily Mail)

A imagem levou os pais a tirarem as crianças de seu quarto. "Meu filho de 13 anos ficou assustado. Corri até a casa e mostrei ao meu filho mais velho. Ficamos em choque e ele também não conseguia explicar. Todo mundo estava dormindo, então não pode ter sido meu filho ou sua esposa. Ainda temos imagens dele [no quarto das crianças] e não se parece em nada com isso. Eu sei que é algo sobrenatural. Ryan tirou as crianças do quarto e colocou no quarto dele. Nada de ruim aconteceu com eles ainda, mas tenho medo. A menina de dois anos não tem medo [da figura] e pensa que é sua amiga, mas uma noite ela lhe disse para 'ir embora'. Eu só quero me livrar do que quer que seja. Eu não sou tão talentosa quando se trata de tecnologia para falsificar a foto, e não a compartilhei em minha própria página, então não estou tentando chamar a atenção com ela", explicou a avó.

Tory diz que o apartamento em que o filho vive com a família tem cerca de 20 anos. Ela, que é cardiologista, mora em uma casa com quatro filhos - de 19, 17, 16 e 13 anos - a poucos minutos a pé da casa do filho mais velho, Ryan, que mora com a esposa, Alicia, e os dois filhos pequenos.

FONTE: revistacrescer.globo.com

domingo, 6 de junho de 2021

Poltergeist Brasileiro - O polteirgeist de Jaboticabal

Uma respeitável família católica tornou-se o centro de uma atividade poltergeist maliciosa e violenta. Para começar, pedaços de tijolos começaram a cair dentro da casa, aparentemente do nada. Um padre local tentou um exorcismo, mas isso só piorou as coisas. Um vizinho, João Volpe, dentista, que tinha estudado assuntos psíquicos, tornou-se interessado e visitou a casa em 21 de dezembro. Ele logo percebeu que o foco dos distúrbios era uma menina tranquila e bonita de 11 anos de idade chamada Maria José Ferreira, que dormia no quarto dos empregados. Volpe achava que ela era um meio natural para justificar tais eventos e a levou para sua casa para ver o que podia fazer. Nada aconteceu por uns dias, mas então os bombardeios de pedras e ovos começaram, aparecendo do nada e voando pelos quartos. Mais tarde Volpe havia contado 312 pedras que tinham caído dentro de sua casa desde que Maria chegou. Nem todas essas pedras eram pequenas, como é frequentemente num caso de poltergeist - uma delas pesava 3,7 quilos.

Em uma ocasião, uma grande pedra apareceu e começou a descer do teto, depois ela se partiu em dois pedaços a cerca de quatro metros do chão. Quando alguém pegou as duas peças, elas pareciam se encaixar como se fossem magneticamente atraídos uma pela outra. Maria começou a se acostumar com a atividade frenética, e foi mesmo capaz de pedir a presença invisível de um doce, uma flor ou algum outro item pequeno, que ele apareceria imediatamente a seus pés. Mas , por alguma razão o poltergeist mudou seu caráter e um dia recomeçou a confusão na casa. Por quase três semanas pratos, copos e vasos de flores, mesmo pesados, ??foram lançados ao redor da casa em todas as direções. Todos os utensílios de mesa foram quebrados, móveis foram jogados e fotos foram arrancadas das paredes e atiradas em outras salas. Em uma ocasião, duas pessoas testemunharam um prato de vidro da cozinha e um espelho do quarto se cruzarem no ar antes de prosseguir para o quarto e cozinha, respectivamente.

Em seguida, Maria se tornou o alvo de ataques ferozes. O poltergeist repetidamente batia nela, dando-lhe tapas no rosto ou na parte inferior, deixando hematomas por todo seu corpo. Ele jogou cadeiras para ela, um grande sofá, e até mesmo um cilindro de gás que tinha sido arrancado da parede. Aparentemente, ele também tentou matá-la por asfixia enquanto ela dormia, forçando xícaras ou copos sobre a boca e narinas. Agulhas foram encontradas, às vezes, presas profundamente à carne de seu calcanhar esquerdo, mesmo quando ela tinha sapatos e meias. Uma vez, 55 agulhas tiveram que ser removidas. Quando bandagens foram colocados em seu calcanhar, elas foram arrancadas, sem os nós serem desatados.

As coisas pioraram. Em 14 de março de 1966, Maria estava comendo seu almoço escolar, quando as roupas dela de repente pegaram fogo, aparentemente provenientes de uma pequena marca redonda que parecia ter sido causado por um cigarro. Na mesma tarde o quarto de Volpe explodiu em chamas. A esse ponto, Maria vivera com Volpe por cerca de um ano durante o qual os fenômenos diminuiram um pouco, mas nunca pararam completamente. Finalmente, em uma última tentativa desesperada para encontrar uma cura, Volpe a levou para um centro espírita.

Um espírito veio e falou por meio de um respeitado medium, Chico Xavier, e anunciou: "Ela era uma bruxa. Muita gente sofreu e eu morri por causa dela. Agora vamos faze-la sofrer também..." De volta à casa de Volpe, haviam orações especiais e apelo à guias espirituais, que impediam qualquer ataque mais grave contra a menina, ainda assim ele não conseguiu parar a atividade poltergeist completamente. Pedras, frutas e legumes ainda voaram em torno da casa quando Maria estava presente. Pensando que não havia mais nada a ser feito, a menina foi mandada de volta para morar com a mãe. Um dia, em 1970, quando ela tinha quinze ou dezesseis anos, Maria cometeu suicídio por ingestão de formicida misturado com um refrigerante, e morreu quase que instantaneamente.

FONTE: oarquivo