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sexta-feira, 18 de maio de 2018
As 03 da manhã, seria o horário que são abertos os portões que dividem o nosso mundo e o outro
terça-feira, 15 de setembro de 2020
Desaparecimentos Inexplicáveis - Korrina Lynne Sagers Malinoski e sua filha
Em 21 de novembro de 1987, o proprietário de uma loja Samnerville na Carolina do Sul descobriu que sua funcionária, Korrina Lynne Sagers Malinoski, não ia trabalhar. Como não conseguiu contatá-la, ele foi à sua procura.
No caminho da casa de Korrina, o patrão encontrou seu carro. Estava fechado e estacionado perto da plantação onde o marido da mulher trabalhava. Por via das dúvidas, ele chamou a polícia e relatou o desaparecimento de uma pessoa.
Os policiais descobriram que Korrina foi vista pela última vez quando dirigia na estrada, por volta das 11 da manhã. Os guardas não descobriram mais nada. Nenhum sinal de luta foi encontrado perto do carro, e a busca pela plantação também não deu nenhum resultado.
Não houve mudança no caso até 4 de outubro de 1988, quando outro desaparecimento ocorreu: desta vez da filha de 11 anos do primeiro casamento de Korrina, Annette Deanne Sagers.
A polícia esboçou como Annette deveria estar agora, e fez seu possível retrato atual.
O último a ver a garota foi seu padrasto. Por volta das sete da manhã, ela esperava o ônibus escolar perto da mesma plantação onde sua mãe desapareceu. Quando o motorista chegou para pegar a menina, Annette se foi. Seu padrasto não sabia que sua enteada tinha desaparecido até perceber que ela não havia retornado da escola. Então, foi até o ponto de ônibus, onde encontrou um bilhete com as palavras: “Papai, mamãe voltou, abraço nas crianças”. As “crianças” eram os irmãos da menina.
O exame revelou que o bilhete havia sido escrito por Annette. Até hoje, esse pedaço de papel ainda é a única evidência no caso do desaparecimento. Como resultado, a história gerou muitas lendas: alguns locais assumem que Korrina foi sequestrada por alienígenas e retornou por sua filha, outros acham que Annette foi levada pelo fantasma de sua mãe assassinada.
Os internautas sugerem versões mais pragmáticas. Segundo uma delas, o marido da mulher está envolvido no desaparecimento de Korrina e Annette (mas a polícia não tem nenhuma evidência para provar essa teoria). Segundo outra, Korrina tinha fugido com seu amante e alguns meses depois retornou para buscar sua filha.
FONTE: incrivel.club
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Pe de Veludo - os milagres do falescido ladrão que roubava dos ricos e dava aos pobres
O ladrão levou R$ 350 em dinheiro e cartões de bancos de dona Terezinha. Um borracheiro que já havia pedido dinheiro para familiares dela, foi investigado e apontado pela polícia como autor do crime. Dona Terezinha deixou, além do marido, três filhas, quatro netos e um bisneto.
O JP acompanhou dona Terezinha durante limpeza na capela do bandido, no Cemitério da Saudade. Foi ela que, em meados de 1979, mandou construir a capela sobre o túmulo do Pé-de-Veludo. “Fiz isso por uma ação de graças após ter conseguido fazer o casamento da minha filha”, explicou ela na reportagem. “Eu não tinha dinheiro, pedi em reza para o Guaraci e consegui tudo, um belo vestido de noiva e até uma vaca para o churrasco”. Contou que naquela época, após a festa, quando foi mexer numa gaveta, ao desenrolar uma toalha de mesa, encontrou quase a mesma quantia que gastou na festa. Ela chegou em Marília com o marido, ferroviário, por volta de 1970.
“Aí fiquei sabendo da história do Guaraci, que era uma boa pessoa e ajudava os pobres”. Ela contou que certa feita uma vizinha sua foi à capela e quebrou tudo. “Mandei fazer um retrato colorido do Guaraci e arrumei tudo de novo”. Dona Terezinha tinha as chaves da capela e dizia que sempre iria cuidar da mesma, que pagou para construir. Às vésperas do Finados de 2010, ela disse ao JP que tinha ficado doente nos últimos meses e por isso não tinha ido ao cemitério. “Juntou muita sujeira na capela e agora vim limpar para o Finados”, explicou.
sábado, 29 de janeiro de 2022
Poltergeist Brasileiro - Poltergeist da Zona Sul de São Paulo em 1996
Machado e Zangari receberam um chamado de uma jovem mulher (JM) que vivia na Zona Sul da capital paulista. Ela descreveu brevemente eventos que lhe pareciam estranhos e aconteciam com certa freqüência em sua residência há algum tempo. Tratava-se principalmente da quebra de copos e pratos de vidro, do aparecimento e desaparecimento de objetos e da ligação espontânea do rádio-relógio e do aparelho de som. Uma primeira visita foi agendada. Nessa visita, os pesquisadores apresentaram sua forma de trabalho, garantiram o sigilo quanto à identidade das pessoas envolvidas no caso através da assinatura em duas vias de um termo de compromisso, colheram depoimentos sobre as ocorrências e agendaram um novo encontro para dali a dois dias. Na residência, um apartamento de dois quartos, sala, cozinha banheiro e área de serviço, vivia um casal sem filhos: JM, a esposa com 36 anos de idade, e LK, o marido com 53 anos de idade. As ocorrências começaram com fortes estalidos que o casal ouvia, vindos da cozinha enquanto ambos assistiam à TV.
Na cozinha, aparentemente nada de estranho havia ocorrido, mas depois verificaram que o copo usado por LK para tomar sua habitual dose de uísque antes do jantar estava em pé em cima da pia, mas quando tocado, partia-se. O fundo saia, como se tivesse sido cortado com diamante. Isto aconteceu por várias vezes, sempre com o copo utilizado por LK. Por duas vezes, em madrugadas de terça para quarta-feira, às três horas da manhã, o casal foi acordado na primeira vez pelo rádio-relógio do quarto que ligou-se sozinho e, na segunda vez, pelo aparelho de som da sala - “xodó” de LK - que ligou-se sozinho no último volume. Vale dizer que o rádio relógio fica no criado mudo do lado em que LK dorme. Uma fronha amarela, com velcro, típica de travesseiro de criança apareceu, segundo o casal, misteriosamente no quarto deles. Um conjunto de vasos de violetas preso a um suporte único que ficava no banheiro desprendeu-se misteriosamente, sem romper as correntes e sem danificar o suporte preso à parede, indo espatifar-se no chão.
Nenhuma janela estava, então aberta; não havia correntes de ar. Um prato, utilizado por LK para jantar e depositado sobre a pia, foi encontrado no dia seguinte: parte em cacos dentro da pia, limitando-se a um dos lados da cuba, e outra parte, meia borda, no chão, virada para baixo, como que cortada com um diamante. Foram realizadas, ao todo, três visitas de cerca de três horas ao local. Essas visitas ocorreram em um intervalo de vinte dias. Desde que os pesquisadores começaram a lidar com o caso, nenhum dos eventos descritos ou qualquer outro do mesmo tipo voltou a acontecer. Depois de longas conversas com o casal acerca de seu relacionamento e de seus hábitos de vida - detalhes que não cabe aqui colocar, não só pelo limite de espaço, mas também pelo sigilo assumido - concluiu-se que JM desejava ardentemente ter um filho e LK, que a princípio resistia a essa idéia, depois passou a não dar importância a ela.
O casal confessou que discutia freqüentemente sobre o assunto e JM colocava no marido a culpa por não conseguir engravidar. Ela, que tentava engravidar há meses e não conseguia, fez uma série de exames e constatou ter perfeitas condições físicas para ser mãe. Pediu ao marido para que fizesse exames para verificar se tinha algum problema. Ele recusava-se a fazê-los. Para JM, uma família só seria completa se composta por pai, mãe e filhos. Ela conserva o segundo quarto da casa decorado como um quarto infantil, cheio de brinquedos e bonecas. Demonstrou ter muito ciúme especialmente de uma boneca, não permitindo nem que a pesquisadora a tocasse. As ocorrências narradas pareciam todas traquinagens de criança. Aparentemente, JM estaria punindo LK por seu desinteresse em ter filhos, quebrando e bulindo com suas coisas. Quando deu-se conta disso, JM ficou estarrecida. Depois de uma breve terapia de casal, LK disse que faria os exames e ambos se comprometeram a realizar exames encefalográficos para serem arquivados junto com os dados colhidos. Foram aplicados testes psicológicos ao casal. Machado e Zangari ainda não receberam os EEGs prometidos. Até onde se tem notícia, os fenômenos cessaram.
FONTE: oarquivo.com.br
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
Coisas assustadoras ditas por crianças
Ela: Não estão muito pequenas?
Eu: Como assim?
Ela: Não vamos pregá-las a eles?
Eu: (depois de um momento de silêncio) Não vamos fazer isso.
Ela: Oh.
2.
Eu estava colocando meu filho de dois anos para dormir. Ele disse "Adeus, pai". Eu disse "Não, nós falamos boa noite". Ele disse "Eu sei, mas dessa vez é adeus".
3.
"Vá dormir, não tem nada embaixo da sua cama".
"Ele está atrás de você agora."
4.
Minha filha de 3 anos olhou para o seu irmão recém nascido por um tempo, depois virou e olhou para mim e disse "Papai, é um monstro... Nós devemos enterrar isso."
5.
Eu estava dormindo e em torno de 6 da manhã eu fui acordado pela cara da minha filha de 4 anos a centímetros da minha. Ela olhou nos meus olhos e sussurrou "eu quero arrancar toda a sua pele".
6.
Meu bebê estava numa fase que ele falava constantemente "hi" para as coisas. "hi hi hi hi hi hi hi".
Um dia, começou a se parecer mais com "die die die die die".
Então eu perguntei a ela "o que você está falando?"
Ela virou para mim e falou "Diiiiiiiieeeeeeeeeeeee...."
* Hi = Oi em inglês
* Die = Morra em inglês
7.
A escola católica da minha filha tem mais de 100 anos de idade. Lá tem um porão embaixo do ginásio que é usado como armazém. Um dia eu estava no ginásio e durante o intervalo uma das bolas desceu pela escada. Uma menina estava no topo da escada berrando "joga para mim". Eu fui ver e perguntei com quem ela estava falando e ela me respondeu "com aquele homem grande lá embaixo". Eu desci e não tinha ninguém lá e não tinha outra saída.
Eu perguntei para outras crianças se eles já viram o homem e elas falaram "sim, mas a irmã nos falou para não falar com ele". Eu pedi para descreveram a "irmã" e elas descreveram uma freira. Não há freiras na escola a 40 anos.
8.
"Mamãe, olha o que eu aprendi!"
insere a língua dentro da boca da mãe durante o beijo de boa noite
"Eu aprendi em um filme! Significa que você ama alguém!"
A mãe calmamente sai sem falar uma palavra e vai para seu quarto.
9.
Eu estava recentemente em um ônibus e nós paramos do lado de fora de uma clínica. Uma menina estava na cadeira na frente da minha e virou para seu pai e falou "A morte é a médica do pobre homem".
10.
Por que você está chorando?
"Homem mal"
Que homem mal?
"Ali". Aponta para o canto escuro do quarto atrás de mim.
O abajur na escrivaninha perto desse canto caiu no chão assim que eu virei para ver.
Minha filha dormiu no meu quarto nessa noite.
11.
"Então não devemos joga-lo no fogo?"
Minha filha de 3 anos segurando seu irmão bebê pela primeira vez.
12.
Ontem meu filho de 3 anos me falou "hoje é o aniversário da [nome da irmã~]!"
Eu entrei em trabalho de parto ontem de noite.
13.
Minha sobrinha estava sentada no sofá com uma expressão estranha. Sua mãe perguntou o que ela estava pensando, e ela respondeu "Eu estou imaginando as ondas de sangue batendo sobre mim".
Acontece que eles tinham ido a um museu local com uma exibição do sistema circulatório. Uma das atrações era uma caminhada sobre uma veia gigante de sangue, e ela lembrou disso.
14.
Não foi para mim, mas para sua avô.
Ele estava abraçado com ela e sendo bem fofo (ele tinha três anos nessa época). Ele pegou o rosto dela com suas mãos, trouxe para perto da dele e falou que ela é muito velha e que vai morrer em breve.
Então ele apontou para o relógio.
15.
Minha filha mais nova (5 anos na época) um dia desenhou um monstro preto, olhou para mim e disse "Ele me disse para desenhar isso. Ele está vindo atrás de você. É melhor você se esconder.)
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Lugares mal assombrados - Residencia em Ronda Alta RS
De maneira inexplicável coisas mudam de lugar, objetos pegam fogo e família rondaltense vive drama a vários dias.
A pedido de uma vizinha nossa reportagem foi chamada para registrar um fenômeno inexplicável, aos prantos a avó nos recebeu pela manhã, quatro pessoas da mesma família vivem uma verdadeira história de terror, a algum tempo atrás ainda quando moravam no interior na localidade da linha santo Antônio Ronda Alta, a família começou a ter problemas com barulhos inexplicáveis, pedras caindo em cima da casa, barulhos estranhos fora do normal na residência, fortes estalos no imóvel que os perturbavam fatos que começaram a se agravar, até o dia em que a mãe uma senhora viúva veio com seu filho para a cidade para receber a aposentadoria, chegando em casa colocou o dinheiro em cima de um móvel e foi fazer serviço dentro mesmo da residência, ouviu um cheiro de queimado e foi verificar, notou que o dinheiro havia pegado fogo, fato que na ocasião intrigou e os deixou abalados.
Depois de um tempo a família veio morar na cidade e a poucos dias atrás o carro em que mãe e filho viajam do interior para a cidade pegou fogo de forma inesperada no meio do caminho, sem explicação na ocasião nossa reportagem registrou este ocorrido.
Agora de uma semana para cara cá inexplicavelmente o fenômeno se agravou ainda mais, sempre com maior intensidade nos finais de semana foi o que nos relataram, pois além de várias coisas inesperadamente pegarem fogo do nada dentro de casa, onde encontramos todos os colchoes queimados o adolescente da família menor de idade tem sido atacado com palavras escritas no espelho ameaças de morte, manchas de batom escrito na parede, manchas de sangue sem ninguém ter se ferido nas roupas de cama e no lençol em partes relatados em vídeos a nossa reportagem.
Frutas que foram comprados no supermercado ou doados por alguém estavam em um saco plástico que começou queimar, uma bolça de adubo orgânico que estava no porão da casa começou a queimar e o fogo foi apagado em tempo.
Pastores já tiveram no local em oração o padre Célio Zamarqui da paróquia já esteve no local, mas o fenômeno continua, pela manhã a Policia Civil de Ronda Alta esteve no local, e isolou a área até a chegada da perícia técnica. A casa possui seguro mas a família insiste em permanecer pois existe a proximidade com vizinhos e o temor por um possível foco de fogo e existente.
Já hoje pela tarde a família prestaria depoimento sendo ouvida na delegacia. Toda a rotina da família está abalada.
Nossa reportagem não estará revelando nomes para preservar a privacidade da família, orientamos a curiosos amigos e vizinhos para que não se dirijam ao local pois não a explicação para os fatos e as imagens que lá existem são as que retratamos aqui neste post.
Podemos ajudar sim se formarmos um grande grupo de oração nunca visto ainda como este fenômeno.
FONTE: liberdadetrespalmeiras.blogspot.com.br/2017/03/urgente-objetos-mudam-de-lugar-fogo.html
quarta-feira, 1 de abril de 2020
A Maldição da Peça Escocesa Macbeth
Supersticioso de carteirinha, não ousava pronunciar nem redigir o título da peça desde que enveredou pelo universo teatral (também é ator). Acredita que o nome dá azar, muito azar, e não está sozinho no barco. Quatro séculos atrás, já se alimentavam inquietações do gênero, que só perduram porque, de fato, acidentes, doenças e outros percalços costumam rondar as montagens. Não à toa, mal se deparou com a oferta para encarar o texto, Marcos estremeceu. O produtor Alexandre Brazil lhe fez o convite. Pretendia encenar o espetáculo em um pequeno e simpático espaço de São Paulo, a Sala Crisantempo, na Vila Madalena, o que realmente aconteceu, entre os dias 12/10 e 25/11.
oca dos ensaios. Em pesadelo, as mulheres invadiam o quarto onde ele dormia e o acordavam. Duas o acariciavam e a terceira, que portava uma lâmina curta, arrancava-lhe o dedão do pé esquerdo. Assim que o sangue jorrava, Suchara despertava de verdade. No mesmo período, as atrizes Imara Reis e Silmara Deon – que viviam as Bruxas 1 e 3, respectivamente – lutavam com uma penosa insônia. Atravessavam madrugadas inteiras sem pregar os olhos. Quando muito, adormeciam por um instante e retornavam à vigília, que durou quatro semanas.
“Um por todos e todos por um! Brilhem! Merda!”. Aprenderam “o grito de guerra” com Paulo Autran.







