quinta-feira, 28 de maio de 2015

Incrivelmente o filme BRINQUEDO ASSASSINO seria mais um filme de terror inspirado em fatos reais

BRINQUEDO ASSASSINO (Child´s Play, 1988). Direção: Tom Holland
O Filme: Um serial killer é morto em um tiroteio com a polícia, mas antes de morrer utiliza seus conhecimentos de vodu e transfere sua alma para um boneco. Um menino ganha exatamente este brinquedo como presente da sua mãe. O menino tenta alertar que o boneco está vivo, mas sua mãe e um detetive da polícia só acreditam nele após o brinquedo ter feito várias vítimas. Mas o boneco está realmente interessado é no garoto, pois só no corpo dele poderá continuar vivo, e isto coloca a criança em grande perigo.
A Verdade: Don Mancini concebeu seu roteiro como uma sátira sobre o marketing e publicidade dos brinquedos para crianças, mas a ideia acabou se desenvolvendo como um filme de horror. O conceito foi inspirado numa vingança realizada por uma enfermeira jamaicana, habilidosa em magia negra e voodoo, que estava insatisfeita com a família Otto. Ela entregou ao garoto Eugene Otto um boneco possuído em Kay West, 1904. De acordo com os familiares, Eugene era flagrado constantemente conversando com o brinquedo; e ele costumava aparecer em lugares estranhos e a ter movimentos não condizentes com sua capacidade. Certa noite, os pais foram acordados com gritos de desespero do menino, móveis derrubados e a presença macabra de Robert. Depois que Eugene morreu em 1974, o boneco – que ficava em seu sótão – foi vendido para uma nova família, onde fatos similares foram testemunhados com uma menina. Mesmo hoje em dia, após quarenta anos, ela ainda afirma que o boneco quer matá-la. Atualmente, Robert possui site e faz parte do Museu Martello em Key West. Ele é destaque em passeios fantasmas, com sua roupa do início do século passado ao estilo marinheiro, segurando um leão. Dizem que se você quiser tirar foto com ele, deve pedir educadamente ao boneco. Se ele virar a cabeça, como se não concordasse, deixe para lá. Se não o fizer, ele pode amaldiçoar a sua família.
                                                                      Robert

                                             

quarta-feira, 27 de maio de 2015

As Pegadas do Diabo



Na área próxima a Devon, em fevereiro de 1855, uma série de pegadas estranhas apareceu na neve, depois de uma pesada tempestade. Elas tinham a forma de cascos e seguiam em linha reta por um percurso inacreditável de 160 quilômetros, basicamente em linha reta – sem desviar de rios congelados, casas e qualquer outro obstáculo. Seja lá que criatura foi, ela caminhou em linha reta, pelos lados de paredes e telhados. Também surgiram boatos de que uma criatura parecida “com o demônio” havia sido avistada. Os cidadãos se armaram para enfrentar a criatura, mas não encontraram nada. Recentemente, em março de 2009, marcas como aquelas foram encontradas novamente em Devon – você pode vê-las nas fotos acima.

FONTE http://hypescience.com/

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Polícia interdita trecho da BR 101 devido a aparições


Entre o final de 2012 e começo de 2013, a Polícia Rodoviária Federal interditou um trecho da BR-101, nas proximidades do município de Alagoinhas, interior da Bahia. O motivo é a aparição de diversos tipos de assombrações durante a noite, provocando acidentes e causando medo e pavor aos motoristas que trafegam pelo local. 
Um caminhoneiro que trafegava no trecho assombrado, acabou virando o caminhão quando avistou na estrada um burro, um cachorro, um gato e um galo, um em cima do outro. O filho do caminheiro que viajava junto com o pai, estava com uma câmera fotográfica na mão e conseguiu fazer o registro da “assombração”. 
O Site de noticias  G17.com.br afirma ter  conversado com o chefe da Policia Rodoviária do local, sobre a possibilidade de reforçarem a segurança no trecho mal assombrado, mas o policial foi enfático: “Assombração ninguém segura, e nenhum policial quer ficar naquela estrada, então a solução é interditar e criar um desvio, pra segurança de todos nós”. 
Relatos de moradores de Alagoinhas (BA) afirmaram que, aqueles animais estão aparecendo na estrada para assustar os motoristas, porque foram vítimas de atropelamento há cerca de 50 anos atrás.

FONTE: G17

sexta-feira, 24 de abril de 2015

O inexplicavel desaparecimento de Charles Ashmore

A família de Christian Ashmore consistia em sua mulher, sua mãe, duas filhas crescidas e um filho de dezesseis anos. Moravam todos em Troy, Nova York, eram pessoas de bom nível, respeitadas, e tinham muitos amigos, alguns dos quais, lendo estas linhas, ouvirão falar pela primeira vez da história extraordinária ocorrida com o rapaz. Os Ashmores se mudaram de Troy para Richmond, Indiana, em 1871 ou 1872, seguindo, um ou dois anos depois, para os arredores de Quincy, Illinois, onde o Sr. Ashmore comprou uma fazenda e se instalou. A pouca distância da sede da fazenda havia uma fonte de água limpa e fresca, que a família usava para suprir suas necessidades durante o ano inteiro.
Na noite de 9 de novembro de 1878, lá pelas nove horas, o jovem Charles Ashmore deixou a família reunida em casa e, levando uma pequena jarra, saiu em direção à fonte. Como demorava a voltar, a família ficou inquieta, e o pai, indo até a porta por onde o rapaz saíra, chamou por ele sem obter resposta. Acendeu então uma lanterna e, junto com a filha mais velha, Martha, que insistiu em acompanhá-lo, saiu à procura. Naquela noite havia caído um pouco de neve, que cobria o caminho mas deixava evidente a trilha feita pelo rapaz. Cada pegada era perfeitamente visível. Quando eles já haviam percorrido pouco mais do que a metade do caminho — cerca de sessenta metros —, o pai, que ia na frente, estacou e, erguendo a lanterna, ficou espiando a escuridão à sua frente.
"O que houve, pai?", perguntou a moça.
O que havia era o seguinte: a trilha do jovem terminava de repente e dali para a frente a neve fofa estava intocada. As últimas pegadas eram tão visíveis quanto as anteriores, sendo possível mesmo distinguir a marca da ponta dos dedos. O Sr. Ashmore olhou para cima, usando o chapéu de anteparo para que a luz da lanterna não o ofuscasse. As estrelas brilhavam. Ficou assim afastada a hipótese que chegara a lhe ocorrer, por mais improvável que fosse, de que houvesse caído neve outra vez, e só dentro de um limite tão bem definido. Seguindo um caminho maior e rodeando o local onde estavam as últimas pegadas, de forma a deixá-las intocadas para voltar a examiná-las mais tarde, ele foi até a fonte, enquanto a moça seguia atrás, sentindo-se fraca e apavorada. Nenhum dos dois disse uma só palavra sobre o que tinham visto. A fonte estava coberta de gelo, obviamente endurecido havia muitas horas.
Voltando para casa, observaram a neve de ambos os lados, ao longo de todo o caminho. Não havia qualquer marca de pegadas afastando-se da trilha.
A luz do dia não trouxe qualquer nova evidência. Por toda parte havia neve, não muito profunda. E sempre macia, sem marcas, intocada.
Quatro dias depois, a mãe, arrasada, foi até a fonte em busca de água. Ao voltar, contou que, quando passava pelo local onde tinham sido vistas as últimas pegadas, ouvira a voz do filho e saíra, desesperada, chamando por ele, andando a esmo pelo lugar, já que a cada momento tinha a impressão de ouvir a voz vindo de uma diferente direção. Até que não agüentara mais, vencida pelo cansaço e pela emoção. Quando lhe perguntaram o que a voz falava, não conseguiu dizer, embora asseverasse que as palavras eram perfeitamente audíveis. Imediatamente, toda a família foi até o local, mas ninguém ouviu nada e a conclusão foi a de que tudo não passara de uma alucinação causada pela ansiedade da mãe e por seus nervos destroçados. Acontece que nos meses seguintes, com intervalos irregulares de alguns dias, a voz foi ouvida por todos os membros da família, e também por outras pessoas. Todos declararam estar absolutamente certos de que era a voz de Charles Ashmore, e todos concordaram que o som parecia vir de muito longe, fraco, mas articulado de forma perfeitamente audível. E, contudo, ninguém foi capaz de precisar de que direção vinha o som ou de repetir as palavras ditas. Os intervalos de silêncio foram aos poucos tornando-se mais longos, e a voz ficando mais fraca e distante, até que, no verão, parou de ser ouvida.

Se alguém conhece o destino de Charles Ashmore, esse alguém provavelmente é sua mãe. Ela está morta.

FONTE: http://riesemberg.blogspot.com.br/

O estranho desaparecimento de James Worson


No ano de 1873, no dia 3 de setembro, James aceitou o desafio de quebrar o recorde de velocidade (a pé) do percurso entre as cidades de Leamington e Coventri. Dois amigos então o acompanharam, a cavalo. Um deles, Hammerson Burns, levou sua câmera com ele e ia tirando fotos, enquanto Worson conversava alegremente com eles. Segundo os amigos eles olharam para a frente por um breve instante quando ouviram um grito de agonia de Worson. Pensando que ele havia tropeçado, eles voltaram para ajudá-lo. Só que não encontraram nada nem ninguém. Worson havia simplesmente desaparecido. Burns até tirou fotos da estrada, que mostrava pegadas de Burns andando normalmente, depois como se ele havia tropeçado e depois mais nada, como se ele não houvesse mais tocado o chão. Eles chamaram a polícia, que levou os cães farejadores. Por algum motivo, os bichos não queriam se aproximar do local em que James havia caído. Worson nunca mais foi visto.

FONTE: hypescience.com

quinta-feira, 23 de abril de 2015

O misterioso desaparecimento de Oliver Thomas



No dia 24 de dezembro de 1909 a família do garoto Oliver Thomas de 11 anos de idade se reuniu à noite com amigos e familiarea para comemorar a noite de Natal na pequena cidade de Brecon, na Inglaterra.
Tudo saíria normal, não fosse quando o garoto Oliver Thomas saiu com um balde para buscar água no poço da casa, localizado à poucos metros de distância, quando de dentro da casa gritos de socorro foram ouvidos.
Era a voz de Oliver Thomas gritando "Socorro, me pegaram".
Quando todos saíram para ver o que estaria acontecendo, não encontraram o garoto Oliver.
Seguindo seus passos marcados na neve, notaram que de uma forma misteriosa as marcas cessaram após 20 metros de distância, não tendo mais sinais de marcas na neve.
De repente todos começaram a ouvir a voz de Oliver pedindo socorro, mas de uma forma estranha o som vinha do alto.
Era como se algo o tivesse levantado do chão e o levado para o alto.
Durante alguns instantes todos podiam ouvir a voz de Oliver no algo, sendo que a voz foi se afastando e ficando baixa até desaparecer por completo.
Diversas buscas foram realizadas, mas nenhuma pista foi encontrada.
Não haviam outras marcas na neve ou qualquer outro tipo de evidência.
Embora por muito tempo as buscas continuassem, Oliver Thomas nunca mais foi visto, e nem tão pouco qualquer pista dele foi encontrada.



Fonte: www.alemdaimaginacao.com

Aparições do Mothman, tambem conhecido como Homem Mariposa






Mothman ou Homem-Mariposa é descrito como um homem exageradamente alto, com aproximadamente 2,5 metros, possuindo asas de mariposa e – o mais assustador – enormes olhos vermelhos e brilhantes.
Quando o Homem-Mariposa aparece, ocorre uma catástrofe pouco tempo depois. Por isso, as pessoas o consideram uma espécie de mensageiro da morte.
APARIÇÕES
Os registros mais significativos e frequentes de aparição da criatura aconteceram na década de 60, na Virgínia Ocidental (EUA). Várias pessoas tiveram contato com a misteriosa figura durante vários dias, o que deixou todos desesperados, levantando-se a hipótese de paranoia coletiva.
Inclusive, registrou-se que várias pessoas que testemunharam as aparições relataram sensação dequeimação nos olhos e sangramento nos ouvidos no momento em que estiveram na presença do Homem-Mariposa.
A principal ocorrência registrada foi o caso da Silver Bridge, em Point Pleasant, na Virginia Ocidental (EUA). Depois de meses e meses com aparições frequentes nos arredores da cidade, houve um terrível desastre na ponte Silver Bridge, que matou 46 pessoas durante a hora do rush, devido a um problema  em sua estrutura. A ponte que atravessava o Rio Ohio, caiu em 15 de dezembro de 1967. A frequência das aparições diminuiu consideravelmente depois desta data.

Também relacionam o Mothman ao desastre nuclear de Chernobyl, ao devastador terremoto da Cidade do México, em 1985, e ao atentado de 11 de setembro, que foi um desastre bem recente e conhecido por todos, mas poucos sabem que a tal criatura foi avistada nos arredores das Torres no momento do desastre.
Alguns dizem que ele traz o mal, outros juram que ele só quer ajudar, alertando sobre os desastres.

CULTURA

Por todas essas histórias, o Homem-Mariposa ganhou até uma homenagem na Virgínia. Criaram um museu com fotos, estátuas e tudo o que estiver relacionado à incrível criatura.

Os habitantes realizam até um festival, o Mothman Festival, em que alguns até usam fantasias e relembram as aparições.
Sempre tem alguém tentando explicar a ocorrência desse tipo de fenômeno. Já se pensou em alienígenaspássaros mutantesanjosmáquinas voadoras, mas o que ainda permanece na liderança é a ocorrência de fato totalmente desconhecido… Você tem alguma teoria?
Se quiser ter uma boa ideia dos detalhes das aparições, assista ao filme “A última profecia”, que é baseado em fatos reais e conta a história do desastre da Silver Bridge e sua relação com o Mothman.
FONTE: http://www.tudointeressante.com.br/